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Cidades

Doação de órgãos de menina inspira criação de lei em Araçatuba: ‘Fizemos a coisa certa’, diz mãe

Em um momento de profunda dor e luto, uma decisão altruísta tomada por Aline Machado Celoni e seu marido, João Paulo de Oliveira Celoni, trouxe esperança e vida…

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Doação de órgãos de menina inspira criação de lei em Araçatuba: ‘Fizemos a coisa certa’, diz mãe
G1

Em um momento de profunda dor e luto, uma decisão altruísta tomada por Aline Machado Celoni e seu marido, João Paulo de Oliveira Celoni, trouxe esperança e vida para outras famílias. A doação dos órgãos de sua filha, Laís Machado Celoni, que tinha apenas 3 anos, não apenas salvou vidas, mas também inspirou a criação de uma nova legislação em Araçatuba, São Paulo, que incentiva a doação de órgãos.

Uma escolha de amor em meio à tragédia

A decisão de doar os órgãos de Laís foi tomada após a confirmação de sua morte encefálica em junho de 2025. A menina estava internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) pediátrica da Santa Casa de Araçatuba devido a um grave quadro de hemorragia cerebral. Com a autorização dos pais, o coração e os rins de Laís foram captados e destinados a transplantes, salvando a vida de três outras crianças.

Impacto e inspiração para a legislação

A história comovente de Laís não impactou apenas aqueles próximos à família, mas também as autoridades locais, que foram inspiradas a criar uma lei de incentivo à doação de órgãos. A legislação estabeleceu o dia 27 de setembro como data anual de conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos. Coincidentemente, essa data também marca o aniversário de Laís, transformando o dia em uma homenagem dupla.

Cerimônia e a "Árvore da Vida"

A cerimônia de instituição da lei ocorreu no Salão Azul do Paço Municipal de Araçatuba, reunindo autoridades, profissionais da saúde, e pessoas envolvidas com doações e transplantes. Durante o evento, uma dinâmica simbólica foi realizada, na qual os participantes escreveram palavras em folhas artificiais, que foram penduradas na “Árvore da Vida”. Este gesto simbólico reforça a continuidade da vida através da doação e o legado que cada pessoa pode deixar.

Reflexão e legado

Para Aline, a criação da lei que leva o nome de sua filha não só traz acolhimento para sua família, mas também promove informação e conscientização sobre a importância das doações de órgãos. ‘O sentimento é de gratidão e de paz porque sabemos que fizemos a coisa certa’, afirma a mãe, destacando que o amor pode continuar a vida de outros.

A história de Laís e a subsequente criação da lei em Araçatuba são um poderoso exemplo de como um ato de amor pode gerar mudanças significativas na sociedade. Continue acompanhando o RP News para mais informações sobre temas relevantes e inspiradores, reforçando nosso compromisso com a informação de qualidade.

Fonte: https://g1.globo.com

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